28.5.09

radiohead. house of cards. making of.


House of Card's Music video, interactive data viewer, and source code.

"With Director James Frostand a bunch of other great people, lasers and sensors were used to create a 3D data "music video" for Radiohead. he project was launched as an Open Source project on Google Code. An interactive online viewer (created along with Aaron Meyers) allows for #D investigation of the data online.

The video was nominated for a Grammy in 2009 (Best Short Form Music Video)."

Aaron Koblin

working on diagrams. #4


© Mario Freese, Airlines (for 1 day).


© Aaron Koblin

24.5.09

working on diagrams. #3




©

entretanto...


©

Depois de me enfiar e dançar de modo desenfreado como há muito não havia semelhança no SpringFestival (que, para quem não esteve atento, avisa-se que foi, em Graz, durante 4 dias, a "cena" do ano)... sei que o próximo passo é esperar por ti. Tens sempre aquela capacidade de superação. Ou salvação, como lhe quisermos poeticamente chamar. :) Por sintéticas palavras... preciso de ti e sinto isso muito à flor da pele.

23.5.09

mysterys jets: young love.

Adoro pessoas parvinhas. E eventualmente, ocasionalmente, músicas para momentos em que não seja requisitado muito esforço mental.

22.5.09

new ways to get ourselves. maybe home.


Não há milagres e isto é tudo muito fácil (embora sendo na verdade relativamente complexo). Ou nos mexemos, e o que capto em primeiro plano é o som compassado dos meus passos (no limite, naquele soalho da minha sala muito barroca que range e ameaça o limiar de pulsão de cada "peça" de madeira) ou a voz que sempre que se faz ouvir reverbera interiormente dez vezes mais, (para não falar do acto de mastigar). Ou, num outro nível opcional, podemos parar, membros rendidos à gravidade, e tudo que obtemos é uma invasão sensitiva muito desconhecida e experimental. Na verdade, - diga-se -, pode-se tornar tudo muito agressivo. Não sei se o que capto mais intensamente é o agora (muito) verde de um outrora negro e indivisível vulto de ramos e troncos e folhas, se os guinchos estupidamente elevados de pássaros em competição (que cuja saudação à humanidade, noutro qualquer momento do dia, receberia de bom grado), se a relva húmida na qual me enterro, e me parece ainda mais verde e longa e fina que o habitual. Com os músculos, muito direitinhos e imóveis, o que se passa diante de mim é um desfile de vaidades, cada um esbofeteia o outro e ganha uns quantos centímetros. Tudo cada vez me parece ainda mais verde, mais ensurdecedor, húmido e intensivamente olfactivo. Talvez seja o instante em que percebemos que, num mundo real, seja o momento de voltar para casa.