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19.11.10

vicissitudes.



Summer in Sicilia.
© sven neubeck

Fall in Vienna.
© sven neubeck

16.6.10

6.6.10

i get world sick everytime i take a stand.



Epá.. isto é tão bom tão tão mas tão bom que só me apetece morrer já aqui.
Ou no próximo dia 22, no Flex. (O devendra que me desculpe.)

12.6.09



Não sei como me fazer entender e dizer a próxima frase, de modo a perceberes que o meu pedido de desculpa é na tua direcção e não circular apontado para mim (os limites são um bocadinho difusos). Meu amor, sabes que se não me esquecesse, era um sinal claro de que algo em mim estava transformado.
E nunca pensei que acabaria por achar que, ficares uns dias em Amesterdão antes de vires, talvez não seja uma má ideia. (Isto de nunca se poder confiar nos correios...:) )

1.6.09

das definições possíveis de uma adolescência.



Houve uma altura em que, sempre que nos encontrávamos, faziamos isto muitas vezes. (As tuas letras eram as que melhor me lembro.) Uns anos depois trocamos os instrumentos improvisados e as palminhas e as danças descoordenadas por outros interesses e outros ritmos.

24.5.09

entretanto...


©

Depois de me enfiar e dançar de modo desenfreado como há muito não havia semelhança no SpringFestival (que, para quem não esteve atento, avisa-se que foi, em Graz, durante 4 dias, a "cena" do ano)... sei que o próximo passo é esperar por ti. Tens sempre aquela capacidade de superação. Ou salvação, como lhe quisermos poeticamente chamar. :) Por sintéticas palavras... preciso de ti e sinto isso muito à flor da pele.

10.3.09

Oh Oslo devotion.



Não sei o que nos leva a considerar se uma cidade pode ser qualificada num determinado género. Se a densidade ou compactidade, cor ou luminosidade, tudo combinado, pode generar um carácter masculino ou feminino. Se o que qualifica a cidade é, em si, o seu contexto fisico, ou o modo como as pessoas nela vivem – o modo como se abre ou fecha e elas a recebem, o modo como com ela se relacionam ou como são activa-passivamente levadas a isso. Se é o primeiro que é determinante no segundo, ou o segundo estruturante do primeiro.
Não sei o que me leva a conseguir achar que uma cidade é mais sensual ou mais refinada, sem saber se isso se deve propriamente à cidade, ou ao que é nela circunstancialmente impresso pelas pessoas.
Mesmo assim, para mim, Oslo, com árvores elegantes e edifícios castanhos que pairam em camadas homogéneas e estratificadas daquilo que tu comparaste com "pó de açúcar", é definitivamente feminina.
Também sei que a minha percepção de uma cidade se deve em muito às pessoas com quem se partilham as primeiras impressões. Se deve bastante ao ter chegado e saído de Oslo de madrugada, com uma luz em modo crescente. Se deve ainda mais ao "Blºa", e ao respectivo concerto de Buraka (porque não existe nada mais bonito e inspirador do que ver um grupo de noruegueses polidos comportar-se quando se lhes salta a tampa.)
No entanto, apesar de cosmopolita, culta e inteligente, com um nível de vida claramente acima da média e onde tudo é estupidamente caro - (e apesar ainda dos glaciares no limbo das platibandas a ameaçar a vida das pessoas, não fossem umas "bandeiras" esfarrapadas a avisar os mais distraidos) -, engana na sua dimensão. É verdadeiramente grande mas relativamente dispersa. Tudo se concentra num centro que, pela escala que tem, indicia uma dimensão muito maior daquela que na verdade possui; e pela não existência de um "legado histórico visível", não deixa perceber a raiz ou identidade da cidade, o que não deixa de ser algo "perturbador" para um europeu.
A minha "Oslo" será para sempre relativizada a refeições com puré, pessoas Bonitas, saudáveis e incrivelmente simpáticas. Serões com bom vinho, onde cinema e música são o tema de conversa predominante... Pequenos-almoços calorosamente reconfortantes... Bares extremamente bem decorados (ou extremamente bem vandalizados. :) ) e uma atmosfera de anos 60.
No fundo, uma "cidade" (no termo abrangente que refiro no início) que, em 3 dias, tem a capacidade de te fazer sentir em casa, só pode ser amor. E isso não tem preço.





© the build up

2.12.08

4.11.08

"it's cool. we can still be friends."






©
A física e a matemática das leis (ir)racionais do coração.
Ou como podemos mandar tudo à fava e escolher sempre ser só amigos.

1.11.08

"the way you shot right through and how"



E é agora que eu te faço a minha homenagem.
Quando me apercebo que, mesmo depois de estarmos longe, e não sabermos "quase nada" da vida uma da outra... posso-te dizer que continuo a mesma - simultaneamente céptica ou com vontade de apostar em pessoas (com) a vida ou (com) o coração enquanto - agora que perdi (embora não me lembre quando) o meu pavor de altitudes - salto de cabeça movimentos improvisados mas perfeitos em piscinas vazias ou em redes gastas e débeis - enquanto que por vezes me desfaço em pedaços de tecido, com aquelas lâminas de todas as formas e feitios que nós usamos para fazer maquetes com cortes perfeitos e precisos. Acordo despreocupadamente no dia seguinte, e lembro-me que não é novo, que já me tinhas mostrado essas plantas, e cortes e alçados. Que estejas onde estiveres, quando estiveres, será sempre mesmo isto. E então é aí que sinto a tua falta, para me ajudares a guiar o meu carro desafinado. Para me levares contigo pela cidade, enquanto ouvimos a Naming of Things (música que ouço sempre quando conduzo), daquele "pássaro" de voz quente - porque ele também não é perfeito, também se engana, também se esquece e troca as palavras.

22.8.08

tão grande.


Minha marta lagarta... és GRANDE. estou orgulhosa. de coração.
(A minha marta vai para os H&M... e, poderia apostar que, já não volta) :)
(Eu sei que o rosa é algo que te caracteriza.)

16.8.08

baby. don't go.

A minha Joaninha já se foi.




"Oh OSLO" It's just a matter of point of view. :)





(Vais deixar) Saudade.