7.6.08

goSerralves!





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readySetGoSERRALVES.


volto já. :)

(in)certezas.


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"Quando falo contigo sinto que tenho onze anos. Doze. No máximo treze. Sinto-me como um miúdo que está a fingir ser adulto perante o adulto que o é. Como se jogasse a um jogo cujas regras apenas tu conheces e eu improviso - caio em buracos, piso armadilhas, tropeço na erva alta. Esfolo os joelhos na maior parte das vezes e espero que mos desinfectes com um algodão embebido em água oxigenada; que a espuma branca surja por cima do sangue que se estanca."
Maiúsculas

alex prager.





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"Prager creates iconic voyeuristic images of women steeped in sometimes hypnotic, sometimes classic Hollywood cinematic moments. Her women wear retro costumes and obvious polyester wigs with fake gigantic eyelashes and eerily perfect make-up. The poses are staged to create an even further thriller feeling. These are Barbie Dolls about to be lost to some horrific ending. The influences of Hitchcock and David Lynch are evident yet not that they are mere replications or rip-offs. It's the lighting that makes her photography so fantastic. She manages to capture the intricacies of a dark night coupled with the vivid foreground of a car's overhead bright light. The two create a disturbing scratchy awareness of impending doom.

The works are a series of narratives with a sense in each of more story that what is seen. (...) There are missing frames between but a disquieting relationship exists between the pieces. A French jump cut, maybe, but certainly La Nouvelle Vague. There is a subconscious dismissal of landmark cinematic form, an abundance of childlike iconoclasm and evident Godard deep focus.

Prager got into photography at the age of 20 after visiting a William Eggleston exhibition at The Getty. It is even more flooring to know she is self-taught. There was no formal training for Prager. The images are pure raw talent."

Malibu Arts Journal

5.6.08

porque sim.


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Porque sim... eu também podia ser Homem. :) Mudem-lhe só os sapatos, e a mala (e aqueles olhos azuis), por favor.
Tudo o resto... sou eu.



P.s. É escusado dizer que este post é totalmente private. Mas a certo ponto, deixa de o ser, para quem me conhece. :)

...entregas_te?


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Com neste momento, 2 entregas em atraso....
...é esta a minha chocante atitude perante tal facto.
...pior do que isso. é a triste e chocante mesma atitude das restantes pessoas, na mesma posição, que me rodeiam.

É mesmo difícil, triste e chocante querer trabalhar para Projecto, e nao pararem as entregas/exames às mais variadas e distintas e inúteis matérias.

i do not pretend to pretend.

Vi algo no blog da joana.. que me fez lembrar isto (e também isto). :)
Entrar "assim" na vida das pessoas... tentar adivinhar-lhes os hábitos e as rotinas; os gostos, os vícios. (Não deixa de ser falacioso.... como se uma pessoa se pudesse descobrir ou revelar, por aquilo que possui.)





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2.6.08

yves saint laurent.


Helmut Newton.

"Yves Saint Laurent marcou a história da Moda com criações emblemáticas como a linha trapézio, que revolucionou o conceito de vestido e impulsionou a sua carreira, os modelos com desenhos geométricos, as botas de cano acima do joelho, o estilo safari, as transparências (lançadas em 1968), o casaco de couro, a blusa com laçada, o fato de duas peças. Mas a sua grande distintiva foi, sem dúvida, o "smoking" feminino, apresentado pela primeira vez em 1966, com uma blusa transparente e uma calça masculina."in

Esta noite, o mestre francês, com 71 anos, vítima de doença prolongada, faleceu.

corpos dissidentes.




"Os corpos dissidentes da peça dos Nut passam uma hora a construir, a desconstruir e a reconstruir a identidade neste universo em que "somos cada vez mais menos organismo e mais máquina"". (Público)

Da mesma companhia de "4.48 Psicose" (da dramaturga britânica Sarah Kane) (e a apresentar dia 6 de Junho), amanhã no TeCA, no âmbito do FITEI, a peça "Corpos dissidentes", - dos Nut teatro, uma companhia nova galega composta apenas por mulheres.
Segundo, Carlos Neira, o director artístico, "o olhar feminino é totalmente um outro espaço de intervenção", "com mulheres os resultados são sempre mais arriscados, são sempre mais directos (...) o trabalho que fazemos não é feminista, mas é feminino. (...) Não no sentido de termos preocupações, mas de termos ocupações: ocupamo-nos do feminino".

"Corpos dissidentes" é sobretudo, uma luta entre a simultânea permanência e obsolescência do corpo enquanto identidade - porque cada vez mais tudo é virtual, e cada vez mais, por outro lado, quase tudo é investido na imagem. Entre o dispensável, e o imprescindível, a evolução é extremada nos dois sentidos, cada vez mais opostos, mas implacáveis na sua coexistência.


O Festival prolonga-se até dia 8 de Junho, e promete trazer ao Porto - algumas salas e praças - daquilo que mais experimental se vai expressando na cena de teatro performativo da Península Ibérica.
Programa completo aqui.